[ isto corre o sério risco de se tornar off-toppic, mas depois do que foi sendo dito, não posso deixar de dizer o seguinte ]
O sr. tem e não tem razão; os tais fabricantes de que fala, "apostam" na qualidade a "piscar o olho" a um certo segmento do mercado, que é, como será óbvio, a malta com dinheiro para gastar... ora, assim sendo, esses fabricantes "carregam" com "extras" e "funções avançadas" os seus aparelhos/produtos, tudo coisas que uma esmagadora maioria dos clientes ( além de desconhecer, não precisa/não usa, e ) não está disposto a pagar todos essas "features"... bem vistas as coisas, tem vindo a acontecer esta "tática" um pouco por diversas áreas de negocio/actividade ( é bem conhecida no sector farmacêutico a falta de medicamentos especificos para tratar certas doenças, não por falta de avanços científicos, mas porque as grandes empresas optaram por deixar de produzir por deixar de lhes dar as margens de lucro a que estavam habituadas... assim, a Europa tem "desviado" de Africa medicamentos que lá lhes fazem falta ( e muita! ) para ter stock suficiente para o "velho continente", pois seria escandaloso voltar a ter doenças que já se pensava estarem erradicadas de volta... eu sei que vou dizer um "cliché", mas isto gira tudo à volta do dinheiro, do máximo de lucro que se consegue "espremer" do cliente final...
voltando ao tópico, nada impedia as tais marcas de "valor acrescentado", de terem uma linha "baixa" a par da linha "alta"... assim, teriam maior cota de mercado, pois assim teriam clientes "ricos", e também aqueles que não se podem dar ao luxo de comprar "caro" porque pura e simplesmente não têm dinheiro para gastar... percebem o que eu quero dizer com tudo isto? A culpa não é nossa, porque nem todos temos dinheiro para "esbanjar"; mas é nossa porque não exigimos os fabricantes a terem ética no modelo de negócio...